ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
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  • O que é T3?

    Uma conexão telefônica dedicada que transmite dados a uma velocidade de, em média, 43 Mbps. Uma linha T3 consiste de 672 canais individuais, cada um transmitindo dados a 64 Kbps. São usados pelos provedores (ISPs) para se conectar ao seu backbone ou ao backbone Internet.

    O que é TARIFAÇÃO?

    Medição de uma chamada telefônica ou uma conexão de dados para que se possa fazer a cobrança do serviço.

    O que é TCP/IP?

    Transmission Control Protocol/Internet Protocol, protocolos de comunicação básico da internet, utilizados também na implementação de redes privativas como intranets e extranets. É composto de dois níveis. O nível mais elevado é o de controle de transmissão. Ele gerencia a reunião de mensagens e arquivos em pacotes e vice-versa. O segundo cuida da parte de endereçamento dos pacotes, de modo que cheguem ao lugar de destino.

    Para hackear um sistema ligado a Internet/Intranet ou até mesmo uma simples rede que utiliza TCP/IP, nada melhor do que saber lidar bem com o protocolo mais famoso e mais usado no mundo.

    TCP/IP é o nome que se dá a toda a família de protocolos utilizados pela internet. Esta família de protocolos foi desenvolvida pela DARPA (Defense Advanced Research Project Agency). Este conjunto de protocolos foi feito para permitir que os computadores compartilhassem informações numa rede. Toda a família de protocolos inclui um conjunto de padrões que especificam os detalhes de como comunicar computadores, assim como convenções para interconectar redes e rotar o tráfego. Mas ao contrário do que acontece na imprensa, o nome completo raramente é usado. O TCP e o IP são protocolos individuais que podem ser discutidos de modo separado, mais eles não são os únicos protocolos que compõem essa família. Pode acontecer de um usuário do TCP/IP não utilizar o protocolo TCP propriamente dito, mais sim alguns protocolos da família. A utilização do TCP/IP nessa situação não deixa de ser apropriada porque o nome se aplica de modo genérico ao uso de qualquer protocolo da família TCP/IP.

    Para termos uma rede TCP/IP conectada a internet de forma segura, devemos utilizar um firewall, que realiza o filtro dos pacotes IP e o transporte de protocolo de aplicações por meio de um gateway (proxy).

    Os principais protocolos TCP/IP são:
    ARP - Address Resolution Protocol
    ICMP - Internet Control Message Protocol
    UDP - User Datagram Protocol
    RIP - Routing Information Protocol
    HTTP - Hypertext Transfer Protocol
    NNTP - Network News Transfer Protocol
    SMTP - Simple Mail Transfer Protocol
    SNMP - Simple Network Management Protocol
    FTP - File Transfer Protocol
    TFTP - Trivial File Transfer Protocol
    INET - Phone Telephone Services on Internet
    IRC - Internet Relay Chat
    RPC - Remote Procedure Call
    NFS - Network File System
    DNS - Domain Name System

    O que é TDM?

    Time Divison Multiplexer, ou multiplexador por divisão de tempo em português. Consiste na técnica de transmissão de vários sinais no mesmo meio de transmissão em que os sinais ocuparão a mesma faixa de freqüência mas cada sinal estará presente apenas em determinados intervalos de tempo.

    Inicialmente cada sinal de voz é delimitado na faixa de 300 – 3400HZ através de um circuito filtro passa baixa (FPB). O FILTRO PASSA BAIXA é um circuito elétrico que permite apenas a passagem de sinais elétricos com freqüências abaixo de um determinado valor limite. Com este filtro garantimos que sinais acima de 3400 HZ não serão processados, eliminando-se sinais indesejáveis.

    Imaginemos uma chave rotativa com 3 posições, estando numa posição inicial permitindo a passagem do sinal 1 para o meio de transmissão. Logo em seguida a chave se move para a posição do sinal 2. Portanto, o sinal 1 só estará presente no meio de transmissão durante o intervalo de tempo em que a chave estiver na posição correspondente. A chave rotativa permanecerá passando por cada posição, de tempo cíclica, fazendo com que em cada momento exista uma parte de um sinal presente no meio de transmissão.

    Amostra – É cada parte do sinal presente no meio de transmissão. Assim, os três sinais estarão presente ao meio de transmissão, só que através de suas amostras que aparecem em intervalos de tempo diferentes. Na outra extremidade do meio de transmissão, uma chave rotativa idêntica irá separar as amostras de cada sinal. Para que esta separação possa ser feita corretamente, deve haver uma sincronização entra a chave rotativa de transmissão e chave rotativa de recepção. Cada sinal é reconstituído, a parti de suas amostras, por um filtro passa-baixa.

    Canal – É o conjunto de meios que permite transmitir um sinal de um ponto a outro. Desta forma podemos dizer que a chave rotativa ilustra a multiplexação de três canais.

    Freqüência de Amostragem – Foi demonstrado matematicamente, por SHANNON, que um sinal não precisa ser transmitido continuamente, durante todo o tempo, para que possa ser reproduzido satisfatoriamente.

    A amostragem é realizada por uma “chave interruptora” que se movimenta com uma velocidade “fa”

    Período de Amostragem – É o tempo decorrido entre o início de uma amostra e o início da próxima amostra do mesmo sinal.

    Freqüência de Amostragem – É determinada pelo inverso do período de amostragem.

    TDM é a tecnologia que permite que um único canal seja usado por vários usuários, um de cada vez. A vantagem é que a largura de banda é totalmente aproveitada. Tem um dispositivo que divide o tempo disponível de um circuito de comunicação de dados composto por seus vários canais, geralmente por meio de bits de intercalação (bits TDM) ou caracteres (caracteres TDM) de dados referentes a cada terminal.

    A cada dia o homem busca novas formas de se comunicar e encurtar distâncias, tornando o fluxo de dados mais rápido e seguro. As fibras ópticas se apresentam como um eficiente meio de transmissão, no entanto, a quantidade de informações é tanta, que surge a necessidade de se empregar técnicas que aumentem a capacidade da fibra.
    Uma alternativa é prosseguir no caminho do TDM e chegar ao próximo nível de 10 Gbit/s, resolvendo uma série de obstáculos que o fluxo de bits da ordem de 5 - 10 Gbit/s encontram nas fibras. Nessa taxa de bits a atenuação, a dispersão cromática e a dispersão modal de polarização representam obstáculos difíceis a transportar. Então, por que não tentar outro caminho bem mais promissor utilizando a multiplexação por divisão no comprimento de onda?

    A transmissão óptica utiliza três janelas na região do infravermelho (600, 1300 ou 1550 nm), porém somente uma janela é usada por vez. Imaginemos agora que várias janelas sejam abertas simultaneamente e que cada uma delas transmite um tributário de 2.5 Gbit/s. Estamos procedendo, na verdade, a uma multiplexação por comprimento de onda. Embora no total a fibra esteja transportando N x 2.5 Gbit/s, o que equivaleria a 10.2 Gbit/s ou mais, em cada janela não ultrapassaria os 2.5 Gbit/s e não teriam os problemas com atenuação e dispersões causadas pelas taxas acima de 2.5 Gbit/s. Os desenvolvimentos para aumentar a capacidade de transporte da fibra trilharam o caminho do WDM e o mercado conta com vários produtos de capacidades distintas. Entretanto, não há padronização.

    O que é TDMA?

    Time Division Multiple Access. Veja Acesso Múltiplo por Divisão de Tempo.

    O que é TELEFONIA IP?

    Padrão de transmissão em que a voz trafega pela rede de dados (intranet e/ou internet) e não pela rede telefônica comum. A conversa passa por um processo de compressão do sinal elétrico para que este possa viajar pela rede na forma de pacotes de dados.             

    O que é TELEPORTO?

    Edificação em que uma ou várias operadoras de serviços de telecomunicações montam suas estruturas de recepção e transmissão de serviços de dados, voz e vídeo. Possui gerenciamento centralizado e monitoração constante da performance dos serviços.

    O que é TELNET?

    Protocolo de Terminal Virtual e o protocolo Internet para estabelecer a conexão entre computadores. Através dessa conexão remota, pode-se executar programas e comandos em outra máquina, como se o teclado de seu computador estivesse ligado diretamente a ela. O visual de uma conexão via Telnet é semelhante ao que se tem em BBS's de interface Dos e a operação do computador remoto se dá da mesma forma, ou seja, através de uma linha de comandos Unix ou a partir de um menu de comandos disponíveis que sempre se apresenta em algum lugar da tela (esta última forma é a mais comum em servidores que permitem acesso público). O Telnet pode ser usado para a pesquisa de informações e transferência de arquivos - tudo depende do que o computador ao qual você está conectado permitir que você faça. Ele também é muito usado por operadores de sistemas (Sysop's) a fim de fazer algum tipo de manutenção (se você pensa que o Sysop de seu provedor sai de casa toda vez que tem algum problema nos servidores, está muito enganado; muitas vezes ele faz a manutenção de casa mesmo, via Telnet!) Programas para Telnet Para fazer uma conexão via Telnet, é necessário um programa específico. O windows 95 já vem com um (procure no diretório c:windows o programa Telnet.exe - deve estar lá !).

    Um dos sistemas de conexão com a Internet. Difere do SLIP/PPP por não permitir que cada usuário ganhe um IP e mostra as informações da Internet em forma de caracteres (texto, tipo DOS, sem gráficos). É o tipo de conta (conexão) com a Internet geralmente fornecido por universidades de todo o mundo aos seus estudantes e acadêmicos.

    O que é TIA?

    Telecommunications Industry Association, organismo americano criado em 1998 com o desmembramento do Information & Telecommunications Technology Group da EIA – Electronic Industries Association.

    O que é TOKEN PASSING?

    Outro método de acesso de rede como o CSMA/CD e DEMAND PRIORITY.

    Neste método, um pacote especial chamado token (ou bastão) percorre o cabeamento de um computador a outro. Esse token pode estar libre ou utilizado. Quando algum dos computadores necessita enviar dados ele espera pelo token livre e envia os dados através da rede. O token fica, então utilizado até que o dado seja recebido, voltando então a ser livre. Enquanto os dados estiverem sendo transmitidos e o token livre não voltar a circular, nenhum outro computador poderá transmitir dados. Não há colisões e nem perda de tempo para retransmissão de dados.

    Esse método de acesso é utilizado basicamente em redes Token Ring

    O que é TOKEN RING?

    Tecnologia de rede local criada pela IBM, com capacidade de 4 Mbps ou 16 Mbps, padronizada pela norma UEEE 802.5. Consiste numa estrutura em anel (ring) á qual todas as estações da rede estão conectadas. Antes de transmitir dados, as estações devem aguardar um pacote de dados específico, chamado quadro de supervisão (token). Os tokens são enviados de uma estação adjacente, na seqüência determinada pelo anel.

    As redes Token Ring são o resultado dos estudos da IBM Corporation na implementação  do padrão IEEE 802.5 de modo a permitir a conectividade entre computadores de diferentes ambientes como microcomputadores, minis e mainframens (estes obedecendo ao padrão SNA – Systems Network Archteture da IBM).

    Uma rede Token Ring apresenta as seguintes característica:

    Topologia física: estrela;

    Topologia lógica: anel;

    Arquitetura: banda base;

    Método de acesso: token passing;

    Especificações: IEEE 802.5;

    Tipo de cabeamento: IBM Tipos 1, 2 e3.

    Um frame Token Ring apresenta o seguite formato:

    Controle de acesso, que indica a prioridade do frame e se é um token ou frame de dados;

    Controle do frame, contém informações sobre o Controle de Acesso ao Meio (MAC – Media Acesso Control) ou a informação de “fim de dados” vinda de um computador;

    Endereço de destino;

    Endereço de origem;

    Informações (dados);

    Campo de checagem de CRC para validação do dado;

    ="FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt">Delimitador final, marcando o final do frame;

    Status de frame, que indica se o frame foi reconhecido.

    O que é TRANSMISSÃO ASSIMÉTRICA?

    Asymmetric transfer - Uma transmissão de dados é considerada assimétrica quando os dados do lado da rede (provedor, central) são transportados para o usuário a uma velocidade maior, ou seja, com uma maior largura da banda, do que na direção oposta (canal de retorno do cliente provedor). Na transmissão simétrica, os dados são transportados com a mesma velocidade em ambas as direções. O método da transmissão assimétrica é indicado para a consulta de dados na internet ou para aplicações como o streaming de imagens (streaming media), porque, nestes casos, ocorrem significamente mais dados pelo lado da rede do que pelo lado do usuário. Na rede GSM, a transmissão assimétrica é, por exemplo, implementada nos métodos HSCSD ou GPRS.

    O que é TRANSMISSÃO DIGITAL?

    No inicio da telefonia havia a necessidade da utilização de uma linha de transmissão para cada comunicação. Com o rápido desenvolvimento da telefonia, surgiu a necessidade da utilização mais eficiente da estrutura já existente, principalmente, em grandes centros urbanos e rotas de longa distancias, onde enorme quantidade de fios e cabos haveriam de ser instalados de modo a providenciar caminhos suficientes para conversação. Estas condições levaram ao desenvolvimento de uma técnica através da qual um determinado numero de sinais na freqüência de voz (0,3 KHz a 3,4 KHz) passaram a ser combinados num sinal composto e transmitido através de um único circuito de comunicação. Esta técnica, conhecida como MULTIPLEXAÇÃO , permite a transmissão simultânea de vários canais de voz utilizando um par de fios, um cabo coaxial, um enlace de rádio ou mesmo uma fibra óptica.

    Para a transmissão simultânea de uma determinada quantidade de sinais através de um meio comum, estes devem ser separados de tal maneira que não haja interferência entre os mesmo e que possam ser recebidos convenientemente.

    Existe dois tipos de Multiplexação de Sinais: FDM e TDM.

    FDM – Multiplexação por Divisão de Freqüência – É o processo em que cada sinal ocupa uma faixa de freqüência diferente da dos demais sinais (Técnica Analógica).

    TDM – Time Division Multiplex - Multiplexação por Divisão de Tempo – É o processo em que cada sinal ocupa intervalos de tempo diferentes daqueles dos demais sinais (Técnica Digital).

    O que é TRANSMISSÃO SIMÉTRICA?

    Symmetrica transfer - Uma transmissão de dados é considerada simétrica quando os dados downlink e do uplink são transportados com a mesma taxa de transmissão. Ao contrário da transmissão assimétrica, indicada especialmente para o acesso à internet ou para aplicações de divulgação (streaming média), o campo de aplicação da transmissão simétrica de dados é a comunicação individual (ligação de voz, vídeo-conferência, transmissão de dados bidirecional e semelhantes).

    O que é TRANPONDER?

    Contração das palavras transmitir e responder, refere-se aos equipamentos para recepção e transmissão numa comunicação por satélite. Em linhas gerais, recebe um sinal da terra (uplink), amplifica esse sinal e o retransmite à terra numa freqüência diferente.

    O que é TRI-BAND?

    Telefone sem fio que opera em três diferentes faixas de freqüência. Os aparelhos GSM, por exemplo, funcionam em 900 MHz e 1800 MHz na Europa e em 1900 MHz nos EUA. O telefone reconhece a faixa em que trabalha a operadora local e sintoniza a sua freqüência.

    O que é TRONCO?

    Circuito único entre dois pontos, sendo que ambos são centros de comutação ou pontos de distribuição individual. Um tronco geralmente processa diversos canais de comunicação simultaneamente.

    O que é TRUNKING?

    Veja SME.

    O que é TV A CABO?

    Serviço de tv por assinatura em que os sinais são recebidos pelo cliente por um cabo coaxial.

    O que é TV ABERTA?

    Canal de televisão cujo sinal é aberto parra qualquer pessoa, sem necessidade de pagamento.  Por ondas de rádio, os canais são divididos nas faixas VHF e UHF.

    O que é TV DIGITAL?

    E um tipo de Sistema Digital que está sendo usado em países da Europa, nos Estados Unidos, Canadá e Japão e a Anatel discute o padrão a ser adotado no Brasil. Os padrões existentes são ISDB (Japonês), ATSC (Americano), DVB (Europeu).

    Principais diferenças dos Sistemas ATSC, ISDB, DVB.

    ATSC Advances Television System Comitee.

    O sistema norte-americano foi o primeiro a ser desenvolvido (esse padrão foi adotado em 1996).

    O ATSC tem algumas limitações, foi projetado para oferecer uma TV de alta qualidade. No quesito “cinema em casa” muito bom. Porém, a convergência com aparelhos como os celulares de Terceira Geração e a utilização da TV móvel foram deixadas de lado. É um sistema que permite a utilização de muito pouco do que a TV digital pode oferecer.

    Utiliza o MPEG-2 para a codificação do sinal de vídeo e o Dolby AC-3 para o áudio.

    ISDB Integrated Services Digital Broadcasting.

    O modelo Japonês foi criado pelo consórcio DiBERG (Digital Broadcasting Expert Groups).

    A estrutura de funcionamento é bem parecida com o modelo europeu, porém, mais avançada. É o único modelo a permiti que a TV digital seja utilizada com todas as suas aplicações (inclusive a convergência com os aparelhos 3G). Além disso é o mais indicado para as regiões metropolitanas(que são cheias de prédios altos). É o único padrão a não possuir apenas uma antena transmissora e sim, uma rede de transmissoras de pequena potência.

    Utiliza MPEG-2 para a codificação de vídeo e MPEG2: AAC (Advance Audio Coding) par o áudio. Esse é o modelo defendido pôr todas as emissoras brasileiras e pela Abert/SET.

    DVB Digital Video Broadcasting.

    O sistema adotado pêlos europeus é um pouco mais flexível que o norte-americano, pois sua configuração é hierárquica. Na prática, isso significa que o telespectador pode assistir a um mesmo programa em dois diferentes níveis de resolução, mais baixa para recepção móvel (480 linhas em médias) e mais alta (1.028 linhas) para recepção fixa; ou dois programas completos diferentes. É bem mais avançado que o modelo norte-americano, pois também permite transmissão móvel. Entretando, não é compatível com os aparelhos de Terceira Geração. O DVB foi desenvolvido depois do ATSC e tem uma flexibilidade bem maior que a do modelo norte-americano que não permite muito além de uma TV com alta qualidade de imagem e som.

    Utiliza o padrão MPEG-2 para a codificação do vídeo e áudio.

    Diferenças da TV Analógicas para TV Digital.

    O sinal analógico é transmitido sob a forma de ondas e fica sujeito a interferências.

    A TV analógica trabalha com um formato de tela quadrado, o que prejudica a exibição de filmes para cinema.

    A TV digital trabalha com um formato de tela igual ao das telas de cinema (widescreen).

    O sinal digital é transmitido sob a forma de seqüências numéricas, possibilitando uma recepção mais limpa.

    Será possível assistir a vários canais ao mesmo tempo.

    O telespectador poderá escolher o ângulo de um jogo de futebol (pôr exemplo, mostrar vários ângulos de uma mesma jogada na tela)

    TV e Internet poderão ser integrados (informações na tela sobre um programa, como se fosse um site)

    Será possível fazer compras pela TV. O pedido poderá ser feito pelo próprio aparelho.

    Celulares, palmtops, e carros em movimentos poderão receber os sinais da TV digital.

    Placas com funções de sintonia de TV, sintonia de rádio e captura de vídeo estão cada vez mais populares.

    Mas para usuários não iniciados no assunto, ainda é um pouco difícil entender a diferença entre os vários modelos disponíveis no mercado.

      Para facilitar, elaboramos um pequeno glossário que explica os recursos e termos mais comuns desse tipo de periférico.

    PVR:

    Significa Personal Digital Video Recorder, ou Gravador de Vídeo Digital Pessoal.É o nome pelo qual placas com recurso de sintonia e gravação de programas de TV e captura de vídeo estão sendo chamadas. Placas classificadas como PVR permitem programar a data e hora da gravação do seu programa de TV favorito, como fazemos nos videocassetes.

    PIP:

    Significa Picture in Picture. Um recurso comum em televisores mais caros. No caso de placas de TV, este recurso permite visualização simultânea do que está passando na TV e do vídeo já gravado. O usuário escolhe qual das duas imagens será mostrada em tela cheia e qual será mostrada em uma janela menor. Compressão MPEG: é usada em DVDs. Se o chip da sua placa de captura tiver este recurso, significa que é capaz de codificar vídeos para gravação em DVD. Quando este recurso não está presente na placa, é o processador da máquina que fica encarregado da codificação do vídeo. A vantagem da placa já ter este recurso é que o processo de codificação de vídeo para a gravação em DVD será mais rápido, já que o processador do micro não será usado. Time shifting ou live pause: permite que você dê uma pausa no programa de TV ao qual está assistindo ao vivo, para ir ao banheiro ou atender ao telefone, por exemplo. Ao clicar novamente na tecla pause, ou na tecla play, o programa continuará tocando de onde parou, até se encontrar novamente com a programação ao vivo. Este recurso funciona removendo alguns quadros da exibição, fazendo com que a exibição do trecho entre o momento em que você deu a pausa e a programação transmitida acelerada, de um modo quase imperceptível.

    CC:

    De Close Caption, sistema de legenda transmitido pela emissora de TV. Para funcionar, a transmissão tem que incluir este sistema. Teletext: sistema que transmite informações (notícias, previsão meteorológica, programação de cinema etc) pelo sistema de TV. Este serviço não existe no Brasil.

    Direct Burn:

    Permite a gravação de programas de TV e do vídeo que está sendo capturado, em tempo real, diretamente em DVD, fazendo com que você economize tempo e espaço no seu disco rígido. Para este recurso funcionar você precisa ter um gravador de DVD, naturalmente.

      De-interlacing :

      A televisão usa um esquema de varredura entrelaçada. Já os monitores de vídeo usam um esquema de varredura não-entrelaçada. Como conseqüência, se você olhar as imagens capturadas da TV bem de perto verá uma série de linhas. O esque[/TEXTOCOORD]ma de desentrelaçamento consiste em remover estas linhas, típicas de imagens capturadas de TV, aumentando consideravelmente a qualidade da imagem capturada.

    RF:

    Abreviatura de radiofreqüência. É o sistema de transmissão de sinal usado pela televisão.

    O que é TV INTERATIVA?

    Tecnologia em desenvolvimento que permitirá ao telespectador interagir com serviços oferecidos na tela do aparelho de televisor. Por meio de menus e equipamentos de comando (controle remoto ou outros dispositivos), será possível fazer compras, consultar correio eletrônico, acessar páginas internet ou adquirir programação pay-per-view.

    O que é TV por ASSINATURA?

    Serviço prestado por uma operadora, que transmite à casa do assinante uma programação de TV mediante o pagamento de taxa mensal. O sinal é codificado pela operadora para evitar acesso não autorizado e decodificado na residência do assinante por um decoder.

    O que é UDP?

    User Datagram Protocol. É um protocolo de transporte da família TCP/IP, usado com aplicações como o de gerenciamento de rede (SNMP) e de serviço de nomes (DNS).

    O que é UHF?

    Ultra High Frequency, faixa de freqüências muito alta (entre 300Mhz e 3 Ghz) destinada à transmissão de canais de TV aberta (do 14 para cima).

    O que é UNIX?

    Sistema operacional utilizado pela grande maioria dos servidores (hosts ) da Internet. O Unix é um sistema operacional aberto, sendo livremente modificado por universidades e empresas. Pode ser instalado em um PC, mas também rodam em máquinas Silicon Graphics, Sun, Digital, IBM, HP, etc.

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    O que é URA?

    Unidade de Acesso Remoto. É um concentrador de assinantes ligado a outros subsistemas através de uma interface padronizada pelo CCITT.

    São instaladas remotamente próximas á áreas de grupos de assinantes, atendendo à rede local e ligados à uma Central de Comutação. Podem ser usados tantos para ampliar a capacidade de linhas na área de serviço da central como para oferecer novos serviços. Otimizam a rede de linhas de forma significativas. Durante a fase de implantação da RDSI, por exemplo, muitos assinantes podem não estar na área de serviço de uma central RDSI, a estes assinantes, então, pode ser oferecido o acesso aos serviços RDSI através de estágios de linha digital remoto (sobreposição de rede). Outra vantagem é que, por exemplo, para atender a uma rápida instalação ou remanejamento, a URA pode ser instalada em conterners.


    O que é URL?

    Uniform Resource Locator (localizador uniforme de recursos)
    O endereço de algo na Internet. Tipicamente, um endereço (URL) especifica o tipo de protocolo utilizado na transferência, seguido de dois pontos e barra dupla, para depois indicar o nome do computador, o diretório e o nome do documento procurado.
    Exemplos:
    http://www.terra.com.br/noticias/index.htm
    ftp://nutecnet.com.br/util/winzip.exe

    O que é USB?

    Sigla de Universal Serial Bus, ou barramento serial universal. Novo padrão para conectar externamente ao micro uma série de periféricos, como mouses, modems e teclados. A tecnologia USB é suportada pelo Windows 98 - ponto considerado crucial para sua popularização. Espera-se para os próximos meses o início da oferta de dispositivos USB. Uma entrada USB aceita a conexão simultânea de até 127 periféricos. Além disso, as conexões podem ser feitas a quente - ou seja, com a máquina ligada.

    O que é UPLINK?

    Sinal de transmissão de dados enviado de uma estação terrestre para o satélite em órbita.

    O que é UTP?

    Unshielded Twisted Pair, ou par trançado sem blindagem. Refere-se aos sistemas de cabeamento baseados em cabos de par trançado de cobre sem blindagem.

    O que é VÍRUS?

    Um programa com a capacidade de se replicar – copiar a si mesmo – que modifica ou destrói um programa específico, conhecido como hospedeiro.

    Quais são os tipos de vírus que existem?

    Nomeados são milhares, mas tem algo em comum: atacam determinados arquivos ou funções do micro. Por exemplo, há o tipo de vírus de arquivo: (a) que ataca os dados de execução dos programas, em geral com extensão COM ou EXE; (b) ou de boot; que modifica o conteúdo do setor de boot do computador; ou ainda (c) de macro: muito comum que alteras as configurações de programas como Word ou Excel, coisas como deletar metades de uma página ou criar intermináveis de palavras. A grande praga do momento são os E-mail contaminados, que se abertos podem deletar todo o conteúdo do disco rígido em minutos.

    O que fazer para não ser atacado?

    Em primeiro lugar, tenha um anti-vírus instalado em seu computador; em segundo, desconfie de quaisquer tipos de dados que cheguem ao seu computador, seja por disquete, seja por E-mail. Vacine sempre que possível qualquer arquivo que inserido na sua máquina. E lembre-se mesmo que você que você tenha a vacina, não significa que o vírus irá ser pego por ela, é necessário atualizado o seu programa de anti-vírus.

    O que é VHF?

    Very High Frequency, faixa de freqüências entre 30 MHz e 300 MHz, destinada à transmissão de canais de televisão aberta (do canal 2 ao 13).

    O que é VIDEOCONFERÊNCIA?

    Sessão de comunicação em vídeo entre duas ou mais pessoas distantes geograficamente. Apesar de ainda serem mais dispendiosas e complexas que as audioconferências, as videoconferências começam nas residências. Isso ocorre à medida que o uso da banda larga se expande e equipamentos mais baratos chegam ao mercado. Numa WAN, o padrão para videoconferência entre computadores de mesa, outros dois protocolos predominaram: o H.323, sobre redes locais; e o H.232, sobre sistemas telefônicos convencionais. A partir da integração com redes de computadores, os equipamentos permitiram uma série de aplicações. O usuário pode combinar ferramentas de vídeo e aplicativos de informática, como PowerPoint e Excel, e até fazer o gerenciamento por meio da rede IP. Na parte de transmissão, existem mais opções em banda largas e com maior disponibilidade de linhas RDSI.

    O fato de ter grande definição de som e imagem e a ausência de delay (falta de sincronia entre voz e movimento) tem facilitado a conquista de novos adeptos ao serviço

    O que é VISUAL BASIC?

    Produzido pela Microsoft, essa ferramenta de programação tem a finalidade de desenvolver programas usando como base a linguagem Basic.

    O que é VLAN?

    Virtual Local Área Network, ou rede local virtual. Arquitetura de rede que permite monta subgrupos dentro de uma rede que reunir usuários que estão distantes geograficamente, mas têm interesses comuns. Os usuários da VLAN compartilham um endereço IP criado a sub-rede e são agrupados num só domínio de distribuição, como se estivessem próximo um do outro numa LAN.

    O que é VOIP?

    Voice over IP, ou voz sobre IP. Veja também Telefonia IP.

    Com a grande expansão do uso da tecnologia de redes, a Internet tem-se destacado como o grande meio de comunicação, através do uso de e-mails, homepages e atualmente na transmissão de voz e imagens.

    Este última alternativa está sendo possível devido ao desenvolvimento de equipamentos que possibilitam a transmissão de dados em taxas cada vez mais elevadas. A tecnologia VoIP consiste em trafegar voz e dados através da rede de pacotes no protocolo IP (Internet Protocol). Esta tecnologia é baseada em padrões e recomendações e aprovado por institutos de padronização internacional, como por exemplo, o IETF ou o ITU. Com a utilização desta tecnologia a ligação telefônica poderá ser feita através do computador ou mesmo de um telefone.

    A VoIP, se torna-se mais vantajosa nas ligações de longa distância e as companhias ainda não podem sair das suas áreas de atuação. Os investimentos são altos e tornam-se necessários aproveitar toda a capacidade dessa rede com um leque de serviços, como VPN, vídeo on demand, PABX virtual e VoIP sobre ADSL. Tem estudo das operadoras utilizarem o ambiente ATM baseado em IP dará lugar para uma NGN com IP puro e Multiprotocol Label Switching (MPLS).

    As operadoras pretendem utilizar a infra-estrutura da rede de dados ATM/IP para prover VoIP para os usuários final e corporativo. Faz parte dos planos incluir no porta-fólio soluções para ligações interurbanas e aplicações sobre ADSL, embora o grande foco das companhias seja o segmento empresarial, acredita que o novo serviço pode ser interessante também para o assinante residencial, que passa a ter tarifas de DDD reduzida.

    Vantagens do uso da Internet Pública.

    Telefonia IP requer investimentos por parte da operadora.

    Cobertura de Internet pública é maior do que a rede privada.

    Operadoras podem utilizar a infra-estrutura existente.

    Tarifas convencionais de telefonia não se aplicam às chamadas via internet.

    Desvantagens do uso da Internet Pública.

    A internet é vulnerável a congestionamentos, problemas que comprometem a segurança da rede e níveis imprevisíveis de QoS.

    Prestadoras que utilizam a internet pública (com gerenciamento) como rede básica precisam ter convênios com a rede pública comutada e/ou redes IP privadas para que atuem como backup em caso de falha.

    O que é VPN?

    Virtaul Private Network, ou rede privada virtual, é uma rede para uso exclusivo dos usuários autorizados por uma empresa, para que se conectam a ela de qualquer lugar do mundo. A VPN funciona como uma rede privada, com a diferença de que trafega dados ou da própria internet como uma espécie de backbone corporativo, para conectar pontos remotos. Exemplos funcionários trabalhando em casa, filias, fornecedores e parceiros. A VPN permite que os dados trafeguem pela web de forma segura, criptografados, como se passassem por dentro de um túnel. Os usuários autorizados podem se conectar a essa rede de qualquer lugar. Basicamente, há dois tipos de VPN. A Client conecta determinado usuário à empresa. Já a site-to-site conecta um determinado local à empresa, por exemplo, uma filial. Requer a contratação de uma operadora de telecomunicações, além de hardware de rede e software especiais para autenticação de usuários.

    Alguns protocolos VPNs:

    FWZ – Protocolo proprietário de encriptação desenvolvido pela empresa de segurança Check Point, um nome forte no mundo dos firewalls. OFWZ é usado nas VPNs que são baseadas no Firewall-1 da própria Check Point.

    IPSec – Conjuntos de protocolos e algoritmos bastante usados para implementar VPNs. A sigla significa IP Security. Foi desenvolvida pelo IETF (Internet Engineering Task Force) para suportar a troca segura de pacotes em camadas IP. Para que o protocolo IPSec funcione, é preciso que os aparelhos de envio e recepção compartilhe uma chave pública.

    L2F – Significa Layer 2 Forwarding. É um protocolo de tunelamento desenvolvido pela America Cisco especialmente pa usuário de dial-up. O L2F acabou sendo substituído pelo protocolo L2TP.

    Tunelamento é uma tecnologia que permite a uma rede enviar seus dados por outras conexões de rede, criando um túnel seguro. O processo funciona da seguinte forma: o protocolo da rede original é encapsulado em pacotes e carregado através da outra rede. Nas VPNs. O tunelamento é o processo usado por protocolos como o PPTP e L2TP.

    L2TP – O Layer 2 Tunneling Protocol surgiu da parceria entre o PPTP Fórum, a Cisco e IETF. Combina os recursos dos protocolos L2F e PPTP e suporta o IPSec. Entretanto, não inclui recursos de encriptação e autenticação de pacotes. Por isso, o uso do L2TP precisa ser combinado com outro protocolo de segurança.

    PPTP – O Poit-to-Poit Tunneling Protocol é outro protocolo usado para criar uma VPN. Ele foi desenvolvido por um consórcio de empresas chamado de PPTP Fórum, que inclui nomes de peso, como Microsoft, 3Com, Ascend e US Robotics.

    VPNs multisserviços – As malhas de redes das corporações atuais já contam com pelo menos 15% de seus túneis baseados em VPN. A solução é tida pelo mercado mundial como razoavelmente segura para tráfego de dados e sempre muito interessante no que diz respeito aos custos de comunicação quando comparada a outros meios de transporte.

    Os investimentos das operadoras nos backbones que suportam tráfego internet estão, nos últimos tempos, sempre voltados para o tratamento diferenciado de aplicações integradas ou multimídia. Claro que os volumes envolvidos mostra maior tráfego de voz na rede internet, mas veremos que, em breve, as operadoras de vídeo/TV digital vão começar a participar dessa competição. ATM (Asynchronous Tranfer Mode) e MPLS (Multiprotocol Label Switching) são as tecnologias mais badaladas e estáveis para este segmento. Mas, de qualquer maneira, o que importa para o mundo corporativo é saber em que ponto poderá criar, ou melhor, incrementar seus túneis baseados em infra-estrutura internet para suportar outros serviços que não só o de dados.

    O que é VRML?

    Virtual Reality Modeling Language (linguagem de modelagem de realidade virtual)
    Linguagem de programação que permite a criação de ambientes de três dimensões. Estes ambientes (chamados de mundos/worlds) podem ser mostrados em um navegador (browser ).

    O que é VSAT?

    Very Small Aperture Terminal, estação terrestre de pequeno porte para a transmissão via satélite. AN Wide Area Network ou rede de longa distância. Termo quedesigna uma rede de comunicação de dados que cobre áreas geograficamente extensas como um Estado, um país ou um continente. A taxa de transmissão de dados das WANs varia de acordo com a tecnologia adotada.

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