ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
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  • O que é WAIS?

    Wide Área Information Server. Serviço de bases de dados que são distribuídos via Internet. Sua principal função é converter de forma automática, formatos para visualização remota de documentos e dados.

    O que é WAN?

    Wide Area Network ou rede de longa distância. Termo que designa uma rede de comunicação de dados que cobre áreas geograficamente extensas como um Estado, um país ou um continente. A taxa de transmissão de dados das WANs varia de acordo com a tecnologia adotada.

      As WAN’S utilizam linhas de transmissão oferecidas por empresas de telecomunicações como a Embratel, e suas concessionárias.

    A necessidade de transmissão de dados entre computadores surgiu com os mainframes, bem antes do aparecimento dos PC’s. Com os PC’s houve um aumento da demanda por transmissão de dados à longa distância. Isto levou ao surgimento de diversos serviços de transmissão de dados (RENPAC, TRANSDATA, MINASPAC). Os serviços são geralmente de aluguel de linhas privadas (Leased lines) ou discadas (Switched) permitindo a utilização de diversos protocolos tais como SNA, PPP/TCP-IP, etc.

    As redes WAN’s estão passando por uma evolução muito grande com a aplicação de novas tecnologias de telecomunicações com a utilização de fibra ótica (Optical fiber). Novos padrões estão surgindo como a ATM (Asynchronous Transfer Mode) que disponibiliza a transmissão de dados, som e imagem em uma única linha e em altíssima velocidade (300Mbps ou superior). A velocidade passa a ser determinada pelos equipamentos que processam as informações (Clientes/Servidores) e não do meio físico.

    A conexão entre os equipamentos geralmente e feita através de Modem’s de 33.6K ou 56K.

    O que é WAP?

    Wireless Application Protocol, ou protocolo de aplicações sem fio. É um embrião da tecnologia que fará o telefone celular tornar-se um terminal pleno de acesso à internet.

    O WAP já está em operação no Brasil e consiste na transformação, adaptação e criação de conteúdo da internet para visualização na tela de um celular. Como as telas atuais têm capacidade de reduzida, o contudo, é apresentado como uma lista. Os serviços oferecidos incluem notícias, transações bancárias e operações de reserva de vôos.

    Os fabricantes de celulares prometem futuramente criar celulares com telas maiores e coloridas, cameras e canetas magnéticas como se fosse um PALM mais avançado. Assim será possível fazer ligações e ver a imagem com quem está falando.

    Wap pode trabalhar com dispositivos do tipo:

    Handheld, dispositivos sem fios digitais como telefones móveis, pagers, rádios de dois-modos, smartphones, etc. WAP é projetado para trabalhar com a maioria das cadeias sem fios como CDPD, CDMA, GSM, PDC, PHS, TDMA, DOBRAM, Reflexo, iDEN, TETRA, DECT, DataTAC, Mobitex.

    É possível criar aplicações utilizando a linguagem WML e WMLScript para rodarem em aparelhos celulares que suportem essa nova tecnologia. Os celulares vêm equipados com um pequeno Browser para efetuar a navegação em páginas da WEB que por enquanto, deverão ser construídas em um formato preto e branco bastante simples.

    Microbrowser

    Os browsers que conhecemos, como Internet Explorer ou Netscape, interpretam páginas HTML da Web. Um microbrowser WAP e um software similar, ainda que muito mais simples, criado para funcionar em celulares e outros aparelhos sem fio, interpretando paginas WML. Os WAPsites criados na linguagem WML são baseados quase que totalmente em texto, com pouquíssimas imagens monocromáticas. Lembram muitos os primeiros sites da Web, que apareceram em 1993. Ainda há poucos WAPsites na Internet, mas surgem mais a cada dia.

    A conexão

    A tecnologia WAP tem como idéia central acessar o conteúdo e os serviços da Internet. Entretanto, somente os sites que foram construídos em WML serão visualizados corretamente.

    O celular acessa a internet da mesma maneira que o computador. O aparelho recebe um número IP (o seu identificador na Internet) da operadora, e a partir daí, já está fazendo parte da Internet, pois está conectado a Internet pelo modem interno que existe no aparelho, da mesma forma que o computador faz.

    Nem todos os celulares possuem microbrowser. Apenas os modelos compativeis com a tecnologia WAP podem acessar a rede.

    Os sites

    O seu celular visualiza o site através de um microbrowser, que é uma versão reduzida dos navegadores que você utiliza para a Web. Com o microbrowser você visualiza o conteúdo do site (geralmente texto, alguma imagem e com diagramacão em menus) e utiliza os seus serviços (como formulários). Cada microbrowser tem características próprias, de modo que uma mesma página pode ser vista de maneira diferente em vários microbrowsers, da mesma maneira que os navegadores da Web visualizam páginas com pequenas diferenças. Com o microbrowser, você pode utilizar todos os serviços a que você já está acostumado na Web e fazem parte do seu dia-a-dia, como lojas virtuais, portais, agendas, e-mail, etc, desde que tenham sido construidos para a tecnologia WAP.

    O futuro do protocolo WAP no Brasil dependerá da habilidade da indústria em aperfeiçoá-la para operar em redes e terminas 2,5G e 3G. De outro modo, há risco de, com a disponibilidade de largura de banda, o protocolo WAP tornar-se obsoleto, sendo substituído pelo HTML e por outras linguagens de marcação.

    Como preparação para uma eventual transição, os fabricantes, estão criando o WAP-NG (Next Generation) para o processamento de gráficos em cores, com animação, downlod de arquivos de grande tamanho, serviços inteligentes de localização etc.

    O que é WAP gateway?

    Dispositivo que fica entre a rede wireless e a Internet, cuja função é converter os protocolos padrão Web, como HTTP e TCP, a seus equivalentes WAP; alguns gateways WAP também traduzem HTML ou WML.

    O que é W-CDMA?

    Sigla de Wideband Code Multiple Access. É um sistema CDMA de banda larga usado no Japão pela NTTDoCoMo em sua rede 3G. O W-CDMA  transporta conteúdo de multimídia a até 2 Mbps. Esquema de transmissão que utiliza bandas de freqüência mais amplas para obter taxas de dados mais altas.

    O que é WDM?

    Wavelength Division Multiplexing .Multiplexação por divisão de comprimento de onda

    A cada dia o homem busca novas formas de se comunicar e encurtar distancias, tornando o fluxo de dados mais rápido e seguro. As fibras ópticas se apresentam como um eficiente meio de transmissão, no entanto, a quantidade de informações é tanta, que surge a necessidade de se empregar técnicas que aumentem a capacidade da fibra.
    Uma alternativa é prosseguir no caminho do TDM e chegar ao próximo nível de 10 Gbit/s, resolvendo uma série de obstáculos que o fluxo de bits da ordem de 5 - 10 Gbit/s encontram nas fibras. Nessa taxa de bits a atenuação, a dispersão cromática e a dispersão modal de polarização representam obstáculos difíceis a transpor. Então, por que não tentar outro caminho bem mais promissor utilizando a multiplexação por divisão no comprimento de onda?

    A transmissão óptica utiliza três janelas na região do infravermelho (600, 1300 ou 1550 nm), porém somente uma janela é usada por vez. Imaginemos agora que várias janelas sejam abertas simultaneamente e que cada uma delas transmita um tributário de 2.5 Gbit/s. Estamos procedendo, na verdade, a uma multiplexação por comprimento de onda. Embora no total a fibra esteja transportando N x 2.5 Gbit/s, o que eqüivaleria a 10.2 Gbit/s ou mais, em cada janela não ultrapassaria só 2.5 Gbit/s e não teriam os problemas com atenuação e dispersões causadas pelas taxas acima de 2.5 Gbit/s. Os desenvolvimentos para aumentar a capacidade de transporte da fibra trilharam o caminho do WDM e o mercado conta com vários produtos de capacidades distintas. Entretanto, não há padronização. Cada fabricante desenvolveu sua solução proprietária que não é compatível com a do outro, pois as janelas não coincidem.
    O WDM usa fibras standart ( G652 da UIT-T), não sendo atrativas as fibras com dispersão deslocada.

    O que é WEB, WORLD WIDE WEB ou WWW?

    World Wide Web (teia de alcance mundial)
    A parte da Internet que pode conter documentos de hipertexto. Além desta navegação peculiar, os documentos podem ainda misturar texto com imagens, sons e vídeo.

    A Web nasceu em 1991, no laboratório CERN, na Suíça. Seu criador, Tim Berners-Lee, concebeu-a unicamente como uma linguagem que serviria para interligar computadores do laboratório e outras instituições de pesquisa, e exibir documentos científicos de forma simples e fácil de acessar.

    A Web “pegou” rápido. Em 93 já era comum em universidades que estudantes fizessem “paginas” com informações pessoais. O que determinou seu crescimento foi a criação de um programa chamado Mosaic, só era possível exibir textos na Web.

    A chave do sucesso da World Wide Web é o hipertexto. Os textos e imagens são interligados por meio de palavras-chaves, tornando a navegação simples e agradável.

    A “antiga” Internet, antes da Web, exigia do usuário disposição para aprender comandos em Unix (linguagem de computador usada na Internet) bastante complicados e enfrentar um ambiente pouco amigável, unicamente em texto. A Web fez pela Internet o que o Windows fez pelo computador pessoal.

    Os endereços da sempre se iniciam com http:// (http significa Hipertext Transfer Protocol ou protocolo de transferência de hitertexto).

    Seu formato mais comum é algo como http:www.mgs.com.br, em que: www: (      World Wide Web) convenção que indica que o endereço pertence à Web (não é obrigatório).

    Mgs: nome da empresa ou instituição que mantém o serviço;

    Com: indica que é comercial;

    Br: indica que o endereço é do Brasil. (Ver Internet).

    O que é WEBMASTER?

    É a pessoa que administra um web site. Dependendo do tamanho do site, o webmaster executa ou supervisiona:
    - se os programas e equipamentos estão funcionando corretamente
    - o design do site
    - a criação e atualização das páginas
    - o desenvolvimento dos scripts cgi que o site necessita
    - o feedback aos usuários que enviam e-mails.

    O que é Wi-Fi?

    (Ver 802-11 )Já que é impossível lutar contra o inimigo, melhor juntar-se a ele. É o subtexto que se pode ler nas iniciativas de algumas operadoras celulares brasileiras em relação ao último grito em tecnologia: o Wi-Fi, nome mais comum para as redes locais wireless, ou W-LAN 802.11b. Em outros mercados, como o europeu e o americano, a concorrência destas novas redes têm deixado algumas operadores aflitas. O motivo é simples: Wi-Fi (abreviação de Wireless Fidelity) trabalha em freqüência livre, a partir de 2,4 GHz, e oferece uma velocidade de acesso muito maior do que as redes 3G.
    Vale lembrar que operadoras móveis da Europa torraram 100 bilhões de euros em licenças 3G e estas redes mal começaram a engatinhar. Enquanto na 3G, a velocidade média de transmissão é de 384 Kbps (pico de 2 Mbps), em Wi-Fi a taxa média varia entre 512 Kbps e 2 Mbps (pico de 11 Mbps), dependendo de quantas pessoas estão naquele momento no raio de alcance do hotspot, como são chamados os pontos de conexão. Por outro lado, as redes Wi-Fi não oferecem a mesma mobilidade que as celulares. São para finalidades diferentes, dizem as operadoras. O fato é que o Wi-Fi está se propagando rapidamente. Segundo estimativa do Gartner Group, o número de usuários de W-LAN na América do Norte deve alcançar os 31 milhões em 2007, ou sete vezes mais do que em 2003, que deve fechar com 4,2 milhões.
    No Brasil, a operadora que saiu na frente foi a Oi, com uma parceria com a rede de hotéis Accor, anunciada durante a Telexpo. Até o fim do mês, os hóspedes do Sofitel do Rio de Janeiro e Mercure de São Paulo poderão acessar a web em alta velocidade, sem ter de ligar um fio sequer em seus laptops. A rede quer oferecer a facilidade em seus 110 hotéis e flats espalhados pelo Páis. A placa de comunicação para ser acoplada em notebooks e PDAs pode vir na versão híbrida, para Wi-Fi e GPRS. Em parceria com a Intel e com a Gradiente, a Oi montou o Cidade sem Fio, hotspot instalado no shopping Cittá, demonstrando as duas tecnologias de acesso.
    A Vivo (joint-venture entre Portugal Telecom e Telefônica) ainda não tem nada operacional mas já fez testes no Morumbi Shopping, em São Paulo, e no Fashion Mall, no Rio de Janeiro, também em parceria com Intel e Gradiente.
    "Eu costumo usar a imagem das camadas da cebola, para explicar a combinação das tecnologias. A primeira é o CDMA 1xRTT, que tem voz e dados a uma velocidade média. A segunda, o EV-DO, destinada a áreas de alto tráfego de dados, como distritos financeiros. E por fim os hotspots de Wi-Fi, em pontos de altíssimo tráfego concentrado, caso dos aeroportos e cafés e em empresas." embora seja bem mais veloz, o Wi-Fi tem o problema de ficar restrito e da segurança. "O executivo já sabe que não pode baixar ou enviar nada confidencial pois está vulnerável."
     INTEL ENTRA NAS REDES WI-FI. A plataforma Centrino é a nova aposta da Intel para ganhar espaço na comunicação móvel. Desenhada para dar mais poder aos notebooks, a nova tecnologia chega com a missão de incentivar a criação de hotspots, locais públicos para acesso à internet por meio de redes Wi-Fi. A fabricante de chips está trabalhando em conjunto com provedores de serviços para implementação de pontos sem fio em hotéis, aeroportos, shoppings e restaurantes, entre outros. Sua expectativa para o Brasil é a instalação de mil hotspots até o final do ano.
    A solução Centrino inclui o novo processador Pentium para notebooks com velocidade de 2.4GHz, chipsets da família 855 e interface de comunicação sem fio Pro/Wireless 2100 no padrão 802.11 (Wi-Fi). A tecnologia também incorpora recursos para aumentar a vida útil das baterias. Segundo a Intel, os portáteis com Centrino garantem autonomia de cinco horas, enquanto os equipamentos com Pentium III-M oferecem duração de 4 horas e os com Pentium 4-M,
    apenas 3 horas.
      RISCOS DA WI-FI – Quanto à questão de segurança, os riscos potenciais de acessos não-autorizados à rede. "Se não houver criptografia e codificação, é possível alguém com um notebook e cartão de acesso à rede Wi-Fi penetrar na rede. Isto porque a seqüência de codificação é fraca e nem todos os dispositivos suportam chaves criptográficas de 128 bits."
    Outra limitação no campo de segurança é que a troca periódica de senhas, procedimento padrão para a confidencialidade, é operacionalmente difícil. "A troca de senha das máquinas cadastradas no Access Point (AP), dispositivo para comunicação com os cartões dos notebooks, não pode ser feita de forma dinâmica e sim manualmente, validando a nova senha registrada no AP em cada uma das estações da rede sem fio. Dessa forma, o processo torna-se demorado além de tirar a rede de operação durante a tarefa."

    n style="FONT-WEIGHT: normal; FONT-SIZE: 10pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt">O que é WiMAX?

    uma nova tecnologia para ampliar o raio de cobertura dos pontos sem fios, conhecidos por hotspots. Está sendo testando no protocolo 802.16 com capacidade para trafegar dados a uma velocidade de até 70 Mbps.

    Tecnologia deverá ser uma grande aliada das operadoras de telefonia móvel. As antenas baseadas em 802.16 são mais poderosas que as 802.11 e oferecem cobertura em um raio de 50 quilômetros, permitindo inclusive a criação de redes metropolitanas sem fio. "Um ponto de acesso pode conectar mais de mil residências".

    Com essa capacidade, a tecnologia vai possibilitar às operadoras móveis substituírem ERBs em alguns trechos da sua rede por esse tipo de estação, principalmente em áreas rurais ou onde não há infra-estrutura. A grande vantagem é a redução de custos.

    A tecnologia 802.16 já foi padronizada e no momento a aliança WiMAX está na fase de teste dos produtos. Estima-se que as placas para equipamentos portáteis e criação de pontos de acesso estejam disponíveis para comercialização no mercado no prazo de dois a três anos.

    Nem bem o mercado assimilou o poder das redes Wi-Fi baseadas no padrão 802.11 para acesso à internet em alta velocidade, a indústria já se movimenta para colocar no mercado essa nova tecnologia, no Brasil a Intel Brasil é umas das fabricantes que está desenvolvendo esse novo padrão.


    O que é WIRELESS?

    Expressão genérica que designa sistemas de telecomunicações nos quais as ondas eletromagnéticas – e não fios – se encarregam do transporte dos sinais.

    O que é WirelessUSB?

    WirelessUSB será um possível concorrente para o Bluetooth?

    A Cypress Semiconductor Corporation acaba de apresentar uma nova tecnologia para utilização em dispositivos sem fio, a WirelessUSB. Como o Bluetooth, o objetivo desta tecnologia é possibilitar que vários equipamentos possam transmitir dados entre si sem a necessidade da utilização de cabos, ou seja, um celular poderá transmitir dados para um computador, um Palm será capaz de se comunicar com uma câmera digital, e assim por diante.
    Inicialmente a principal utilização de ambas as tecnologias será em dispositivos de entrada e saída do computador, como por exemplo:
    teclado, mouse, impressora, monitor, etc, acabando com grande parte dos cabos presentes atualmente no computador.
    Tecnicamente as duas tecnologias são bem parecidas, já que ambas utilizam ondas de rádio a uma freqüência de 2,4 GHz. O Bluetooth possui
    duas vantagens: uma taxa de transferência maior, em torno de 1 Mbits, enquanto o WirelessUSB pode transmitir no máximo 217.6 Kbits, e uma distância maior, podendo trabalhar com uma distância máxima de 100 metros, enquanto o WirelessUSB pode atingir no máximo 10 metros.
    Apesar do Bluetooth aparentemente ser menor, temos que levar em consideração que as suas especificações são estabelecidas imaginando-
    se um ambiente que não possua nenhum obstáculo e nenhum equipamento que possa transmitir ondas de rádio capazes de interferir no
    seu sinal, ou seja, na prática isso não funciona, tanto que os fabricantes admitem que a distância ideal para a utilização desta tecnologia é de 10 metros (a mesma do WirelessUSB) e a taxa de transferência dificilmente deve atingir 1 Mbits.
    Ao contrário do Bluetooth, a tecnologia WirelessUSB não requer a utilização de novos drivers para o barramento USB, o que facilita bastante a sua instalação. Outro ponto positivo desta tecnologia é o seu baixo custo de fabricação, sendo menor que o próprio Bluetooth.
    Com certeza o grande desafio da Cypress Semiconductor Corporation será justamente convencer os fabricantes a adotarem a sua tecnologia, pois grande parte dos fabricantes já está desenvolvendo produtos para a tecnologia Bluetooth. Como exemplo podemos citar a MSI, que esta inserindo nas suas placas-mãe uma antena para a utilização desta tecnologia. Para o consumidor com certeza o melhor seria a utilização de somente uma tecnologia, como por exemplo o barramento USB, que atualmente está se transformando em algo universal, ou seja, a grande ·maioria dos dispositivos externos fabricados atualmente está utilizando portas USB.

    O que é WLL?

    Sigla de Wireless Local Loop, ou circuito local sem fio. Designa a tecnologia baseada num terminal de telefone fixo que se comunica via ondas de rádio com a central telefônica de trânsito público. Extensão de aplicação de técnica celular utilizada para sistemas móveis no atendimento a terminais fixos. Os blocos de equipamento do WLL são, em principio, os mesmo do móvel celular sendo que a principal diferenciação está no terminal do assinante que passou a ser fixo e alimentado por energia AC.

    O WLL é uma tecnologia de serviços de comunicações de voz e dados, sem a utilização de rede física de rede externa, prover os mesmos serviços oferecidos pela rede cabeada, como voz, FAX e dados no mínimo a 9,6 Kbits/s.

    O sistema WLL tem a sua principal razão de ser utilização de sinais de RF (rádio freqüência) entre as ERB (Estação Rádio Base) e as ETA (Estação Terminal de Assinante), que precisará ser alimentada em AC e seu consume médio de 8 Watts quando em conversação e uma bateria no caso de falta de energia, a autonomia mínima solicitada é de 6 horas em repouso ou 30 minutos em conversação através de protocolos genericamente chamados de interface aérea.

    A WLL garante a transmissão de dados típica de 9,6 Kbits a 144 Kbits permitindo a oferta da RDSI faixa estreita e ADSL.

    O raio de cobertura de um sistema WLL é limitado pela propagação do sinal de RF entre a ERB e a ETA. Influenciam na propagação aspectos como faixa de freqüência adotada, topografia do terreno, morfologia do ambiente, potência transmitida e tipo de antenas utilizadas, Podemos afirmar que o sistema nas faixas de freqüência liberado pelo MINICOM para teste tem os mais diversos perfis de cobertura máxima que varia de 2 a 30 Km.

    O que é WML?

    Wireless Markup Language, espécie de versão WAP da metodologia de descrição de dados XML. Baseada em tangs, permite que porções de textos de páginas web sejam apresentadas na tela de telefones celulares e outros dispositivos WAP.

    O que é WMLScript?

    Linguagem similar ao Javascript mas adaptada à realidade do ambiente wireless, consumindo o mínimo de energia e utilizando a menor quantidade de recursos possível.

    O que é XDSL?

    Digital Subscriber Line. Tecnologia de transmissão que transporta informações digitais por meio de pares de fios de cobre existentes. As taxas de transferência dependem da variação do sistema que se usa (exemplos: ADSL, HDSL, VDSL, SDSL).

    O que é X-ON/X-OFF?

    (Transmissor ON/Transmissor Off) – Caracteres utilizados para o controle do fluxo, instruindo um terminal a iniciar (X-ON) e encerrar (X-OFF) a transmissão.

    O que é X.25?

    Neste tipo de tecnologia o dado enviado pelo dispositivo de origem é armazenado no nó de acesso, para possibilitar o processamento e eventual retransmissão. Caso os erros de transmissão sejam detectados, ao dado inicial é agregado um “Packet Envelope” contendo informações sobre o mesmo. Está será utilizada no nó de destino para determinação da integridade do dado. Além do endereço de destino, a rede determina para onde o dado deve ser enviado. E introduz um “Frame Envelope”, o qual é responsável pela integridade do dado que está sendo transmitido através da linha física até o próximo nó da rede. Quando o dado chega a este nó, o mesmo é novamente armazenado e checado através do “Frame envelope”. No caso de ser detectado algum erro, é solicitado então a retransmissão do dado, caso contrário o mesmo será enviado ao nó adjacente e o mesmo procedimento se repete até que o nó de destino seja alcançado, onde todos os envelopes são retirados e a informação útil é entregue ao usuário.

    X.25 é uma tecnologia de comutação de pacotes que permite a troca de dados entre dois computadores em velocidade a partir de 64 Kbps. Essa tecnologia é muito utilizada para conectar estações remotas a sistemas de a mainframe.

    Os protocolos utilizados as o X.21 ou X.21 bis no nível físico, o LAPB (Link Acess Procedure Balanced) no nível de Enlace e o X.25 PLP (Packet Level Protocol) no nível de Rede. Os pacotes X.25 possuem o tamanho típico de 128 bytes mas outros tamanhos podem ser negociados no momento da conexão.

    Ainda que a tranferência de dados ocorra através de pacotes, a aparência para as camadas superiores de software é que existe um único canal entre os dois nós. Esse canal recebe o nome de circuito virtual. O protocolo X.25 suporta até 4095 circuitos virtuais na rede, Entretanto, são utilizados menos circuitos virtuais porque muitas ligações física podem não suportar a taxa de dados para 4.095 circuitos.

    Atualmente o protocolo X.25 define entre a rede local e a rede X.25 (que se utiliza de infra-estrutura pública de telefonia) através de uma linha dedicada e utilizando-se de um equipamento do tipo DCE/DTE (data communications equipment/data terminal equipment).

    Exemplos de DTEs seriam:

    Um computador host (mainframe ou mini) com interface X.25;

    Um PAD (Packet Assember Disassember) que recebe os caracteres assíncroonos a partir de um terminal e os junta em pacotes para serem transmitodos através da rede. O PAD também desagrupa os pacotes recebidos formando daddos que podem ser enviados aos terminais em forma de caracteres.

    Um gateway entre a rede publica de telefonia e a LAN ou WAN;

    Em todos esses exemplos, o DCE será publica de telefonia.

    O que é ZMODEM?

    Protocolo que permite transferência de dados de forma mais rápida e com melhor qualidade que no Xmodem. Ele permite o uso de blocos ainda maiores de dados e possibilita a transferência de um resumo no lugar de onde ele foi transferido.

    O que é Zona Desmilitarizada (DMZ)?

    Função de alguns firewalls que possibilita criar uma área fora da rede ou em algum computador para acesso irrestrito à internet. É útil para rodar aplicativos como jogos online e videoconferência, que podem não funcionar bem quando a conexão é intermediada por um proxy.



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