ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
ABC das TELECOMUNICAÇÕES E INFORMÁTICA
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  • O que é FAST ETHERNET?

    Rede Ethernet de 100 Mbps. Esta descrita na especificação 802.3u, do IEEE. As principais variantes são 100Base-TX, que usa um único par de fios, 100BaseT4, que emprega dois pares de fios, e 100BaseFO, baseada em fibra óptica.

     

    O que é FAX?

    Aparelho que transmite documentos pela linha telefônica pela própria cópia em papel. O fax lê opticamente a página e a transforma em sinais que podem viajar por telefone e ser decodificado do outro lado da linha.

     

    O que é FCC?

    Federal Communications Commission, órgão americano que regulamenta todas as comunicações interestaduais de rádio e equipamento eletrônicos.

     

    O que é FDDI?

    Fiber Distributed Data Interface, padrão para conexões por cabos de fibras ópticas que garante taxas de transmissão de dados de até 100 Mbps.

    É uma especificação criada pelo comitê ANSI X3T9.5 em 1986 que permite a interconexão de redes locais a 100Mbps, com um alcance limite de 100 quilômetros, através de um anel duplo de fibra ótica multímodo. Usa o método de acesso token passing e possibilita o uso de aplicações de imagem, som e vídeo, por exemplo.

    FDDI atua nas camadas Física e de Enlace do Modelo OSI e pode fornecer serviços IEE 802.2 ou LLC para as camadas superiores. Um frame FDDI pode chegar a 4500 bytes de tamanho e o endereço físico das estações, de 48 bits, segue a convenção do IEEE.

    Nesse anel duplo podem ser conectadas até 1000 estações e a distância entre dois pontos de uma rede FDDI não pode ultrapassar 2 quilômetros. Os dados geralmente trafegam em um dos anéis. Caso haja uma falha nesse anel a reconfiguração é automática e o segundo anel passa a ser utilizado. Uma particularidade interessante é que os dados trafegam em sentidos contrários entre os dois anéis.

    Para fazer a conexão das redes é utilizado um concentrador (hub) FDDI em cada LAN integrante do anel. A esse concentradores são conectados os servidores das LANs ou outros equipamentos que não sejam desligados e religados com freqüência, com estações de trabalho comuns. O fato de desligar e religar equipamentos conectados ao anel provoca freqüentes reconfigurações no anel, o que pode provocar impacto no desempenho global da rede.

    O monitoramento das condições da rede FDDI é tarefa de todos os computadores a ela conectados. Um procedimento chamado beaconing é utilizado para detectar e isolar as falhas que ocorram no anel. O computador que detecta uma falha, pela ausência do token, lança através da rede um indicador de falha, a framebeacon. O beacon continua sendo enviado continuamente pelo mesmo computador até que ele mesmo receba um beacon. Nesse momento assume-se que a falha foi corrigida, o token é regenerado e a rede retorna à operação normal.

    Existe uma implementação chamada CDDI semelhante à FDDI mas as distâncias cobertas são muito menores que FDDI. Uma rede CDDI conecta computadores em distâncias que não ultrapassam 50 metros. A IBM oferece uma versão STP para FDDI.

     

    O que é FDM?

    Multiplexação por Divisão de Freqüência – É um método em que dois ou mais canais são deslocados para bandas separadas no espectro de freqüências, através de processos de modulação, permitindo que eles sejam combinados e transmitidos em um mesmo meio de transmissão sem que hajam interferência recíprocas.

    Os dois tipos de modulação utilizados em sistemas FDM são: AM (Modulação em Amplitude) e FM (Modulação em Freqüência).

    Imaginemos agora que as informações existentes em dois canais de voz devam ser transmitidos por um mesmo meio de transmissão. Os dois canais de voz ocupam a mesma faixa (0,3 e 3,4 KHz), e não podemos transmiti-los em conjunto nas suas posições originais. Se entretanto fizermos a translação desses canais para posições distintas ao longo do espectro de freqüências, não haverá superposição das informações existentes em cada canal de voz.

    Na realidade, não é apenas a faixa de freqüência de 300 a 3.400 HZ que é transmitida. Existem também freqüências para a sinalização entre os equipamentos, Com fim de permitir a transmissão da sinalização, isto é, aos sinais que correspondem a voz, outra freqüências.

    Dessa forma, definiu-se que a faixa de freqüência total de um canal telefônico usual é de 4 KHz (0 a 4.000 Hz).

    O que o equipamento multiplex faz então é transladar todos os canais telefônicos presentes na sua entrada, de acordo com portadoras conveniente escolhidas, de forma a se obter uma disposição seqüencial desses canais ao longo do espectro de freqüência.

    A faixa de freqüência ocupada por esses canais de voz transladados é que define a banda do multiplex.

     

    O que é FERRAMENTAS DE SEGURANÇA?

    É a segurança física e lógica das redes de dados é uma prática corrente em grande parte das empresas.

    Tipos de Seguranças.

    . Firewall – Barreira que separa as redes, feita mediante configuração de regras que permitem ou impedem a saída ou entrada de determinados tipos de tráfego.

    . Filtros – Implementados em roteadores ou switches de nível 3 ou superior, não excluem a utilização dos firewall, mas ajudam a bloquear ou abrir a passagem de tráfego de acordo com a origem/destino das mensagens e o serviço utilizado.

    . IDS – Monitoram o trafego incidente numa rede detectando tentativas de ataque. Acionam o alarme para a administração do sistema e executam ações corretivas automaticamente.

    . Analizadores de conteúdo – Filtram certos tipos de e-mails e paginas transmitida ou recebida. Normalmente operam com proxys e servidores de correio eletrônicos.

    . Aceleradores SSL – Contém os certificados digitas e são responsáveis pela criptografia da informação.

    . Certificados digitas – Garantem a integridade das mensagens e controlam o acesso. Permitem criptografar mensagens aumentando a segurança da comunicação.

    . VPNs – Criam túneis virtuais e criptografia de informação permitindo comunicação seguras de dados mesmo nas redes compartilhadas.

    . Antivírus e autenticadores – Provavelmente os meios de segurança mais usados. Utilizam varias tecnologia, seja no acesso local seja no acesso remoto via Web.

     

    O que são FIBRAS ÓPTICAS?

    Filamentos finos de vidro ou plástico que transportam o feixe de luz gerado por um LED ou laser. Sua capacidade de transmissão de dados, em número de canais e velocidade, supera a tecnologia de fios de cobre.

    Estruturas das Fibras Ópticas:

    As fibras para comunicações ópticas são fios flexíveis de diâmetro de um fio de cabelo. Formados por dois materiais cristalinos e homogêneos. O material que ocupa o centro da fibra é denominado de núcleo e o externo, que o envolve, é denominado de casca, o qual possui um índice de refração menor que o núcleo para possibilitar o fenômeno da reflexão total e, conseqüentemente, a propagação da luz.

    Tipos de fibras:

    Dois tipos de fibras: Monomodo e multimodo, associados ao tipo do perfil do índice de refração do núcleo.

    Fibra multímodo – perfil índice degrau.

    É uma fibra com dois índices de refração constantes, um para o núcleo e outro para a casca, ligeiramente menor que o do núcleo. As dimensões típicas do núcleo são de 50 um a 400 um e as externas da casca de 125 um a 600 um, sendo normalmente fabricadas com o núcleo e a casca de sílica e variantes, com o núcleo de sílica e casca de silicone. São fibras de baixa capacidade de transmissão (largura de banda de apenas 30 MHz. km), atenuação relativamente elevada (maior 5 db/km) e são utilizadas em transmissão de dados em curta distancias (dezenas e centenas de metros).

    Fibra multímodo – perfil índice gradual.

    Este tipo de fibra apresente no núcleo um índice de refração variável, diminuindo do índice de refração em função da sua posição na fibra é aproximadamente parabólica. As dimensões típicas do núcleo são de 50 um e da casca de 125 um, sendo o núcleo fabricado de sílica dopada e a casca, de sílica pura. Estas fibras são empregadas basicamente em telecomunicações, apresentado atenuação típica de 3 db/km no comprimento de onda 0,85 um e capacidade de transmissão de até 1 Ghz.km.

    Fibra monomodo-perfiul índice degrau.

    Este tipo de fibra difere das anteriores, principalmente devido ás pequenas dimensões do seu núcleo. As dimensões típicas são de 2 um a 10 um para o núcleo e de 80um a 125 um externo à casca, sendo totalmente fabricadas de sílica. A principal característica da fibra monomodo é a de permitir a propagação somente dos raios axiais (modo único), evitando assim os modos múltiplos, isto ao fato do diâmetro do núcleo ser poucas vezes maior que o comprimento de onda da luz utilizada.Estas fibras são empregadas em telecomunicações, apresentando atenuação típica 0,47 db/km no comprimento de onda 1,3 um e 0,2 db/km no comprimento de onda 1,55 um, bem como, uma elevada capacidade de transmissão de até 100 GHz.km, o que caracteriza sua vantagem em relação aos tipos apresentados anteriormente.

     

    O que é FILTRAGEM DE PACOTES?

    Controle de acesso a uma rede feito com base na análise dos dados que chegam e saem do sistema. Os pacotes podem ser liberados ou bloqueados conforme os endereços de origem e destino dos pacotes.

     

    O que é FIREWALL?

    Dispositivo para a proteção de contra-invasões de hackers ou transmissões não autorizadas de dados. Existe na forma de software e hardware, ou na combinação de ambos. O modelo a ser instalado depende do tamanho da rede, da complexidade das regras que autorizam o fluxo de entrada e saída de informações e do grau de segurança desejada.
    Uma das grandes preocupações na área de segurança de redes é a vulnerabilidade de um computador, que pode comprometer as transmissões pelo meio físicas da rede na qual está ligado. Muito se tem feito para que o host (equipamento computacional) esteja seguro isoladamente, impedindo o acesso indevido a seus dados e monitorando qualquer tentativa de invasão. Entretanto, um outro método tem se mostrado bastante eficiente: impedir que informações indesejadas entrem na rede como um todo.

    Não é um método substituto à segurança do host, mas complementar, e consiste no seguinte: na ligação da rede interna com a Internet, instala-se um equipamento que permitirá, ou não, a entrada e saída de informação, baseado em uma lista de restrições e permissões, devidamente configurada para suprir as necessidades básicas de comunicação da rede interna com a Internet e vice-versa. Nem mais, nem menos. Esta configuração é a chave do sucesso ou fracasso de um firewall.

    É importante lembrar que o firewall deve estar presente em todas as conexões da rede interna com a Internet. Não adianta nada colocar um firewall super sofisticado na ligação do backbone se, dentro da rede interna, existir um micro com um modem conectado em outra rede...

    Em tempo: Firewall não é "Parede contra fogo", como muitos dizem, e sim "Parede de fogo", feita para impedir a passagem de alguém (ou de algo).

    No Firewall são usados:

    Firewall furtivo – Quando recebem uma solicitação irregular, alguns firewalls respondem com uma mensagem do tipo “acesso negado”. Se o autor for um cracker, ele vai desconfiar que encontrou algo valioso. Um firewall furtivo fingi-se de morto quando suspeita que há uma tentativa de ataque, evitando passar informações ao cracker.

    Gateway de aplicações – Firewall que libera ou bloqueia a conexão em função do aplicativo que a solicitou. Pode, por exemplo, permitir o acesso à web pelo browser mas impedir que os usuários joguem algum game on-line.

    Filtro de Pacotes – Firewall que examina o cabeçalho de cada pacote IP e libera ou impede o acesso em função de regras criadas pelo administrador.

    Proxy – Firewall que tem seu próprio endereço IP e age como intermediário entre os micros e a rede externa. Quem está fora da rede local enxerga apenas o proxy, enquanto micros e servidores internos permanecem ocultos.

    A nova tendência fez alguns fornecedores se reposicionarem no mercado, como é o caso das produtoras de antivírus, que estão entrando com força neste nicho. Um exemplo é a Network Associates e a Symantec, que estão integrando seus produtos com firewall. A Symantec comercializa versões em software e appliances. Constata um aumento da demanda por esse tipo de solução, que está deixando de ser um privilégio das grandes corporações. Os firewalls estão descendo a pirâmide e aos poucos entrando nas pequenas e médias empresas, alavancando vendas pela queda de preços da tecnologial, observa que firewall é item básico nos projetos de segurança e diz que esse setor está sendo muito impulsionado pela popularização das VPNs (redes privadas virtuais). Muitas empresas estão substituindo as conexões frame relay por links IP e, ao sair das redes dedicadas, precisam construir túneis seguros na internet, cercados por firewall. Não são apenas as VPNs que estão puxando as vendas de firewall. A disseminação de e-mails, sistemas de mensagem instantânea dentro das companhias e o acesso wireless, que está nascendo no Brasil, bem como as redes Wi-Fi, tendem a aquecer esse mercado. A facilidade de conexão da web fixa e sem fio abre as portas das corporações para a entrada de criminosos digitais, que estão cada vez mais audaciosos. Basta ver os estragos que os criadores das pragas virtuais Code Red, Ninda e BugBear causaram no mundo.  Por mais que a indústria crie um arsenal de segurança, ainda é alto o índice de violação nos sistemas de informação das companhias

     

    O que é FRAME RELAY?

    Protoco de transmissão de dados em rede que trafega quadros (frames) ou pacotes em alta velocidade (até 1,5 Mbps), com um atraso mínimo e uma utilização eficiente da largura de banda.

    Em uma comunicação FR o dispositivo envia o dado para a rede dividido em um envelope que contém informações de roteamento, o qual é tratada pela camada de enlace da rede, evitando o tratamento a nível de rede. O dado é então roteado pelas redes, sem a verificação da integridade da informação no nós intermediários, até o nó de destino, onde o sistema faz a verificação de integridade da informação. Assim podemos concluir que o FR se baseia no fato de que os sistemas FIM são inteligentes o suficiente para detectar pequenos erros de transmissão que possam ter ocorrido no meio de alta confiabilidade. O grande cenário de aplicação é na interligação de redes locais e as principais vantagens oferecidas são:

    · Baixo custo de transmissão

    · Utilização dinâmica de banda

    · Elevada conectividade no acesso.

    · Suporta bem a protocolos HDLC-LIKE (X.25, SNA, TCP/IP e etc)

    Entretanto o FR apresenta algumas limitações como:

    · Exige meios físicos de alta confiabilidade.

    · Não suporta voz ( retardos de trânsito variáveis).

    · Pode haver perda de dados por congestionamento.

     

    O que é FREQÜÊNCIA?

    Unidade de medida ligada a um fenômeno periódico, que avalia o número de vezes em que esse fenômeno se repete num dado intervalo de tempo. No caso de um fenômeno evoluindo com o tempo, mede-se a freqüência em Hertz, com o segundo como intervalo de tempo. As transmissões satélites são feitas em GHz (1 Giga-Hertz = 1 bilião de Hertz).
    Freqüência Intermédia
    Gama de freqüência utilizada pelo tuner satélite, depois da sua conversão pelo LNB, que vai desde os 950 até os 2050 ou inclusive 2150 MHz. É muito utilizada em instalações coletiva. Fala-se então de Freqüência Intermédia ou F.I. (I.F. em inglês).
    Como calcular a freqüência de entrada do tuner satélite (F.I.), expressa em MHz (em geral de 950 MHz até 2150 MHz) a partir de uma freqüência de difusão satélite expressa em GHz? É imprescindível conhecer a freqüência exata do Oscilador Local (OL) do LNB utilizado. Por exemplo, se trata de um LNB universal em banda Ku, há duas freqüências distintas para os dois osciladores locais utilizados: um para a banda Ku «baixa» até aos 9,750 GHz, outro para a banda Ku «alta» até 10,600 GHz. Conhecendo a freqüência de emissão do satélite publicada na nossas «tabelas de freqüências», resta subtrair dessa freqüência (ex: 11,836 GHz, para o WDR no Astra), a freqüência do oscilador local utilizado para a banda «alta» (ex: 10,600 GHz) e tirar a vírgula… Ex: 11,836 - 10,600 GHz = 1236 MHz.

    O que é FTP?

    File Transfer Protocol - Protocolo usado para a transferência de arquivos.

    Sempre que você transporta um programa de um computador na Internet para o seu, você está utilizando esse protocolo. Muitos programas de navegação, como o Netscape e o Explorer, permitem que você faça FTP diretamente deles sem precisar de um outro programa.

    Você pode encontra uma variedade incrível de programas disponível na Internet, via FTP. Existem softwares gratuitos, shareware (o shareware pode ser testado gratuitamente e registrado mediante uma pequena taxa) e pagos que você transportar para o seu computador.

    Grandes empresas, como a Microsoft, também distribuem alguns programas gratuitamente por FTP.

    Ao contrário do acesso via TELNET, estes arquivos não são visualizados imediatamente no computador do usuário e sim carregados (download) para uma unidade de disco local.

     

    O que é FULL DUPLEX?

    Circuito ou dispositivo que permite a transmissão em duas direções ao mesmo tempo.

     

    O que é 2,5G?

    Tecnologia sem fio associada às velocidades dos padrões GPRS e CDMA 1X, que atingem respectivamente, 115 Kbps e 144 Kbps.

    Tecnologia intermediaria entre a 2G de uso atual da telefonia móvel à 3G.

    Permitira os celulares e PDAs está conectados banda larga à Web permanentemente e com velocidade até dez vezes maiores que temos hoje. Acesso rápido à internet móvel, conexão permanente e uma bela gama de serviço. Mensagens Instantâneas, serviços de localização baseados no sistema de GPS e jogos são apenas algumas das aplicações que devem ganhar as telas dos celulares.

    As tecnologias CDMA 1X (ou 1XRTT), GSM e GPRS, serão usadas aqui para a 2,5G.

    A Telesp Celular é a 1º a usar a 2,5G e suas conexões de até 144 Kbps, além de transmitir dados dez vezes mais rápido que a telefonia celular convencional, a 2,5G mantém os celulares on-line o tempo todo. Ela usa CDMA e adotou na migração para CDMA 1XRTT. Normalmente, essa rede dispara a velocidade de conexão dos celulares à 144 Kbps, dez vezes mais do que os 14,4 Kbps possíveis hoje em CDMA. Já se pode usa Handhelds e Notebooks com banda larga, usando um modem wireless PCMCIA mas exige a assinatura do serviço de um provedor (Zaaap).

    Este ano entra a TIM e a Telemar Celular, as ganhadoras das licenças das novas Bandas D e E de telefonias celular estarão operando com a rede GSM (Sistema celular 100% digital, baseado na tecnologia TDMA) com tecnologia GPRS (Protocolo que adiciona a comutação de pacotes em celulares da rede GSM).

    A GSM é utilizada em todos os países da Europa e oferece serviços 100% digital para a comunicação por canal de voz e, vitaminada com a infra-estrutura de comunicação de pacotes GPRS, o acesso à internet pode ser feito com velocidade de 115 Kbps. Na Europa está em funcionamento é de 60 Kbps porque as operadoras optaram por fazer a migração de sua infra-estrutura gradativamente. No Brasil, como a rede GSM já nasce com GPRS, para competir com a velocidade de 144 Kbps da CDMA 1X.

    (Ver Banda D e E, SMP)

     

    O que é 3G?

    O termo 3G é uma especificação da International Telecommunications Union, ITU, para comunicações sem fio. Prevê velocidade de 384 Kbps com o dispositivo em repouso ou nas mãos de uma pessoa caminhando; 128 Kbps num carro em movimento; e 2 Mbps em aplicações de multimídia pra valer via celular. A propósito: a geração 1 corresponde aos celulares analógicos e a 2 a aparelhos digitais.

    Tecnologia de Terceira Geração. Terceira geração de tecnologia de telefonia móvel. Muitas operadoras já estudam as alternativas para efetuar o upgrads de suas redes para 3G. As principais plataformas em uso são TDMA ao CDMA e GSM. Com essa tecnologia o telefone móvel não será mais um mero aparelho para comunicação de voz e sim um terminal inteligente que fornecerá acesso em banda larga, a serviços de dados e á internet. Embora na maioria dos casos os celulares digitas atuais já estejam capacitados para transportar textos e mensagens curtas (via SMS), a introdução da tecnologia wireless especifica para internet acrescentará a conexão permanente (always on), permitindo a atualização automática de informações como noticias, esportes, previsão do tempo, trafego e relatórios financeiros. Isso é comparável a diferença entre ter acesso ao e-mail via modem discado e estar conectado permanentemente ao e-mail via rede de alta velocidade de uma empresa.

    Os sistemas 3G tornarão disponíveis os serviços de comércio eletrônico móvel (m-commerce) pelos quais os consumidores poderão utilizar seus celulares para comprar produtos e serviços de todo tipo, de barras de chocolates em quiosques à compra e venda de ações na bolsa.

    Unificar os dois padrões de rede de telefonia móvel em uso no mundo – o GSM, na Europa e Ásia, e o ANSI-41, nas Américas, promovendo harmonização das normas, convergência global e roaming completo para criar a terceira geração (3G) plena dos celulares, é a dura tarefa a que se propõe o Grupo Especial de Estudos (SSG) da União Internacional de Telecomunicações (UTI). A proposta do grupo é a migração, entre 2006 e 2010, para uma única rede com um só protocolo baseado em tecnologia IP, que, além de proporcionar a redução dos custos operacional e de produção, facilitará a vida do usuário final.

    Apesar de atualmente conviverem três plataformas distintas em espectros diversos no pais – CDMA e TDMA, nas bandas A e B, e GSM/GPRS, nas bandas D e E, existe a preferência pelas freqüências de 1,9 GHz a 2,1GHz, faixa original do IMT-2000, o que sinaliza para uma compatibilidade com o padrão mais bem aceito no mundo hoje, a padronização do IMT-2000 é uma garantia internacional.

    Embora as primeiras redes 3G já estejam começando a operar no Japão e na Coréia do Sul, essa tecnologia não deve chegar no Brasil tão cedo. A implantação da infra-estrutura necessária exige grandes investimentos. As operadoras ainda estão apostando nas redes 2,5G, que operam até 144 Kbps e só agora começam a funcionar no Brasil. A previsão é que esse serviço chegue em 2004 ou 2005.

    O grupo 3G Américas, criado em janeiro deste ano (2002) pelas empresas AT & T, Cingular, Compaq, Ericsson, Motorola, Nokia, Nortel e Siemens, esteve no Brasil para divulgar a sua missão: garantir que as operadoras TDMA migrem para o GSM e que este seja o caminho mais usado na terceira geração de telefonia móvel.

    O Brasil tem hoje cerca de 20 operadoras TDMA e apenas duas CDMA, a Telesp Celular e a Telefônica Celular. Juntas, porém, elas compreendem 40% do mercado e estão presentes nos principais estados do país - São Paulo e Rio de Janeiro.
    Apesar das investidas tanto do Grupo de Desenvolvimento de CDMA como agora do 3G Américas, as empresas que usam o padrão TDMA não se mostram dispostas a investir em uma nova rede, em razão do desaquecimento do mercado e da dificuldade de captar recursos.
      Só as três operadoras do grupo Telecom Itália Móbile (TIM) já decidiram a migração para o GSM porque o grupo conseguiu licenças nacionais nessa tecnologia nas bandas D e E. A TIM admite que a migração será lenta e vai se completar somente em 2008.

    No Brasil tem início o movimento rumo à 3G. A Oi já faz teste com rádios Edge e deve vender aparelhos com esta tecnologia a parti do ano que vem. A Oi partiu para uma rede de dados ainda mais rápida é fácil, basta instalar rádios Edge no lugar dos rádios GPRS, a Oi está no meio de um projeto-piloto, instalando 250 rádios Edge no Rio de Janeiro, com eles a rede de dados passará de uma velocidade de 144 Kbps para 384 Kbps, o que também melhora a qualidade transmissão de voz.

    O Brasil está entre os 14 países onde a Alcatel vai instalar o 3G Reality Center, um programa para desenvolvimento, teste e validação de serviços avançados de sistemas avançados de sistemas 2,5G, 3G, Wi-Fi e redes ADSL.

    Novas rotas para a 3G. Os estabelecimentos comerciais que não possuem telefone fixo para aceitar pagamento com cartão de crédito passam a contar com terminais sem fio para processar as transações. A Visanet e a Vivo (joint-venture entre Portugal Telecom e Telefônica) firmaram um acordo para desenvolvimento de POS (terminais de ponto-de-venda) wireless baseado na tecnologia CDMA 1x. A Visa já havia feito acordo semelhante com a Oi.
    O novo terminal poderá ser utilizado em táxis, restaurantes ao ar livre e quiosques. Também chega para ajudar os estabelecimentos a melhorar o serviço, processando a fatura do lado do cliente, sem a necessidade de deslocamento até o ponto onde está o terminal conectado ao telefone fixo. O sistema vai permitir transações com cartões de crédito e débito Visa, além do Visa Electron.

    A 3G vai transformar a rede de telefonia numa rede IP e a 4G começará a chegar no Japão por volta de 2007, a 4G poderá alcançar velocidades de 20 Mbps (com picos de 100 Mbps), trazendo benefícios como vídeo em tempo real, compras pelo celular, redes pessoais e a convergência das tecnologias, para se chegar a este ambiente do futuro será necessário transferir o foco da rede para o consumidor. E neste caso há uma tendência crescente de que a evolução da tecnologia wireless seja cada vez mais determinada pelo SDR (Software Defined Radio), um conjunto de tecnologias de hardware e software que permitem a programação, no terminal, de diferentes arquiteturas de sistemas wireless.

    “Ainda estamos na era das redes, a idade do consumidor está apenas começando”, a rede celular, não importa de que geração, não é uma indústria isolada, e faz parte de um universo de redes de comunicações com características próprias, como a ubiqüidade e a convergência.

    haver uma demanda natural massiva para o serviço 3G, ela terá que ser criada pela evolução das necessidades dos consumidores. Alguns problemas também terão que ser superados, como a cobertura em áreas pouco densas e a competição entre os atuais padrões (CDMA e GSM), que pode inviabilizar o roaming para o assinante.

    A alta frequência de banda (5 MHz) com velocidades a partir de 2GHz é, um dos principais benefícios oferecidos pelas tecnologias da 3G, que estão sendo implantadas em diversos países desde 2002, considera-se também que a picture messaging (ou o cinema no celular) será a killer application da 3G – ao lado do mobile commerce. “A indústria da mobilidade vai permitir que se faça tudo que se faz no fixo e muito mais”.

     

    O que é GATEKEEPER?

    Elemento de rede para a conversão de endereços entre redes comutadas por linha, com o endereçamento sendo executado conforme a recomendação G.164 do ITU-T. O endereçamento da internet e a administração de recursos ocorrem na área da LAN (Local Área Network). Por meio do GateKeeper é possível realizar a conversão de endereços de apelidos (por exemplo, número telefônico,e endereços de e-mail) de terminais e gateways em endereços IP. Também permite o gerenciamento de largura de banda que restringe ao necessário para assegurar capacidades livres para e-mail, transferência de arquivos e outros protocolos de LAN (Local Área Network).

     

    O que é GATEWAYS?

    Pontos de entrada e saída de uma rede de comunicações. Do ponto de vista físico, o gateways é um nó de rede que realiza a tradução de pacotes entre duas redes incompatíveis ou entre dois segmentos de rede. O dispositivo que executa essa função realiza a conversão de código e protocolo para facilitar o tráfego de linhas de dados de alta velocidade com arquiteturas diferentes.

    Os gateways permitem comunicação entre ambientes e arquiteturas heterogêneas atuando como verdadeiros conversores de formatos de dados entre os diversos ambientes conectados entre si. Um exemplo típico de gateway é o X.400, utilizado em correio eletrônico.

    Os gatewys são totalmente orientados a ambientes específicos como o Microsoft SNA Server (interliga redes Windows NT com mainframes IBM) ou o NetWare for SAA (faz o mesmo com redes NetWare) e geralmente pegam os dados em um ambiente, retira suas informações de protocolo de origem e recriam o pacote com os dados do protocolo do ambiente de destino.

    Alguns gateways atuam nas sete camadas do modelo OSI, geralmente fazendo a conversão de protocolo na camada de Aplicação mas isso varia de acordo com o tipo do gateway.

     

    O que é GIGABIT ETHERNET?

    Tecnologia de redes padrão Ethernet com velocidade de transmissão de até 10 Gbps por segundo.

    Desenvolvido para dar maior largura de banda exigida pelo aumento da complexidade das aplicações nas redes corporativas, o Gigabit Ethernet tornou-se a melhor opção para desobstruir conexões entre switches e servidores. Essa tecnologia vem sendo utilizada basicamente em backbones corporativos e redes metropolitanas, setores nos quais deverá experimentar grande expansão a partir de 2002.

    O Gigabit Ethernet (que amplia a velocidade inicial de 100 vezes a velocidade inicial de 10 Mbps da Ethernet) surgiu como alternativa ao ATM (Asynchrnous Tranfer Mode) em redes que demandam grande banda passante, pois provê capacidade de 1 Gbps e tem um importante trunfo: o emprego do protocolo CSMA/CD (Carrier Sense Multiple Access/Colision Detection), que organiza a comunicação entre as estações. Esse protocolo também é utilizado pelos padrões Ethernet e Fast Ethernet, presentes, hoje, em praticamente todas as instalações de redes locais do mundo.

    O Gigabit ainda não é utilizado em larga escala nas estações de trabalho, nas quais o Fast Ethernet, que alcança 100 Mbps, supre as atuais necessidades de banda. Já nos backbones de redes corporativas e nas redes metropolitanas o mercado prevê um novo salto de 2002, com a padronização final do 10 Gbps, com essa capacidade prevê-se maior uso do Gigabit Ethernet também por operadoras de telecomunicações e datacenters, os próximos campos para tecnologias de alta velocidade.

    Na velocidade de 10 Gbps, o Cigabit Ethernet precisa de infra-estrutura IP, nessa arquitetura, as aplicações de dados funcionam perfeitamente, mas as de voz são mais difíceis de controlar, principalmente devido à diversidade de usuários.

    Essa tecnologia é hoje, uma opção competitiva ao SDH, desde que a necessidade de dados seja maior que a de voz. Com o desenvolvimento futuro do IP com MPLS (MultiProtocol Label Switching) oferecendo qualidade de serviço como um padrão aberto interoperante, o Gigabit Ethernet poderá ser uma opção muito interessante ao SDH, mas o IP integrado ainda é a forma mais inteligente de caminhar para a oferta de voz.

     

    O que é GPRS?

    General Packet Radio Service, serviço de comunicação sem fio baseado em pacotes para tecnologia de telefonia sem fio baseado em pacotes para tecnologia de telefonia móvel padrão GSM. Entre suas promessas estão as taxas de transmissão de até 114 Kbps e a conexão contínua com a internet.

     

    O que é GPS?

    Sigla de Global Posistioning System, tecnologia de localização geográfica de altíssima precisão que fornece as coordenadas (latitude e longitude) do local onde está o portador do aparelho equipado com essa tecnologia. Os sinais são enviados pela constelação de 24 satélites Navstar, a 20.200 quilômetro da Terra, vinculada ao Departamento de Defesa dos Estados Unidos.

    O mecanismo de localização desses satélites trabalha com uma taxa de previsão que trabalha com uma taxa de previsão que pode variar de 1 a 15 metros. Hoje cada vez mais o GPS aparece em aplicações desenvolvidas para facilitar o cotidiano e, de quebra, está ganhando novos aliados com a adequação de tecnologias de rádio e de triangulação de antenas de telefonia celular. Comum no gerenciamento de frotas de caminhão (rastrear cães, gatos, motos...). Na guerra do Golfo os mísseis Tomahawk contavam com o GPS Trimble na ponta, para acertar alvos previamente programados, o GPS aparece até nos carros de passeio. Também pode ser aplicado em seres humanos como um chip de segurança em caso de seqüestro. Nos Estados Unidos, o implante de chip foi criado para localizar presos em liberdade condicional. Mas até onde seu uso pode chegar, só o futuro nos dirá.

      O GPS também trocar de e-mails, independentemente de ter um provedor e uma operadora de telefonia por perto.

     

    O que é GSM?

    Global System for Móbile Communications, ou sistema global para comunicações móveis. Padrão digital para telefonia móvel amplamente usada na Europa e cuja presença está aumentando na América Latina, inclusive no Brasil, onde será adotado para os serviços das bandas C, D e E. Suas especificações são aberta e favorecem a mobilidade do usuário (roaming). O padrão está sendo desenvolvido para o uso de serviços multimídia da terceira geração (3G).

    A tecnologia GSM também utiliza a divisão por tempo, mas, ao contrário do TDMA, oferece um caminho para 3G. O GSM está começando a surgir na América Latina sendo consolidada rapidamente e constitui o elemento central da estratégia global de várias operadoras de grande porte. Nas Américas algumas operadoras importantes de TDMA seguiram o exemplo da AT&T, que está sobrepondo GSM à sua rede TDMA, nos Estados Unidos. No Brasil, a decisão da Anatel de reservar a faixa de 1.800 MHz para PCS (conhecida como SMP no Brasil) deu maior dinamismo ao desenvolvimento do GSM. A trajetória do upgrade de GSM para 3G começa com GPRS (General Packel Radio Service), que agrega a transmissão de dados em pacotes às redes GSM existentes. As operadoras podem implementar GPRS acrescentando novos nós de comutação de pacotes e efetuando upgrades na infra-estrutura existente, para estabelecer redes de transportes de dados em pacotes.
    O GSM (Global System for Mobile Communicatios) é um sistema celular, com arquitetura aberta, que utiliza transmissão digital baseado na banda de 900 MHz, especificada pelo ETSI (European Telecommunications Standards Institute), com método de acesso TDMA.
    A especificação básica do padrão digital europeu, GSM (Global System for Mobile Communications), foi aprovada em junho de 1987, porém seu desenvolvimento começou em 1982, quando na CEPT (Conference of European Posts and Telegraphs) formou-se um grupo, inicialmente chamado Group Special Mobile. O grupo estudava e desenvolvia um sistema celular digital público europeu na faixa dos 900 MHz. Os critérios básicos eram:
    - baixo custo nos terminais e serviços;
    - uso eficiente da largura de banda;
    - suporte para lidar com novos serviços e facilidades;
    - suporte para roaming internacional, ou seja, habilidade de utilizar o mesmo telefone em vários países;
    - habilidade para supo

    rtar terminais handheld;
    - compatibilidade com ISDN (Integrated Services Data Network).
    Em 1989, a responsabilidade do GSM foi transferida para a ETSI (European Telecommunication Standards Institute).
      De faixa por portadora para este sistema é de 200 KHz.
    GSM consiste de muitos subsistemas, como o MS (Mobile Station), BSS (Base Station Subsystem), NSS (The Network and Switching Subsytem) e OSS (Operation Subsystem).
    - MS (Mobile Station): O MS inclui equipamentos móveis e um SIM (Subscriber Identity Module). O SIM é um módulo dos assinantes que armazena todas as informações relacionadas ao assinante. Quando o SIM é inserido no equipamento móvel, a informação relevante é checada e a chamada é liberada para a estação móvel. O equipamento móvel não é associado com o número chamado - isso está contido no SIM, e conseqüentemente qualquer equipamento móvel pode ser usado por um assinante.
    -BSS (Base Station Subsystem): O BBS é composto de duas partes, o BTS (Base Transceiver Station) e o BSC (Base Station Controller). Sua função é conectar o MS através da interface de rádio e também conectar para o NSS. O BTS abriga os transceiver de rádio que definem uma célula e lida com os protocolos de interface de rádio com a estação móvel. O BSC gerencia a pesquisa de uma ou mais BTS e gerencia o canal de interface de rádio, como um handover (setup, teardowm, freqüência, hopping, etc.).
    -NSS (Network Subsystem): é composto pela MSC (Mobile Service Switching Center), HLR (Home Location Register), e pela VLR (Visitor Location Register). O MSC coordena as chamadas dos usuários. O HLR consiste de um banco de dados que contém informações dos usuários. O VLR contém informações administrativas temporariamente.
    -OSS (Operation Subsystem): função de operação de rede, gerenciamento de assinantes e gerenciamento de equipamentos móveis.

      Aspectos da Transmissão:

    O espectro de rádio tem banda de 890-915MHz para uplink (estação móvel para estação base) e 935-960 MHZ para
    o downlink na Europa para redes móveis. Pelo menos 10 MHz em cada banda foi guardada para o GSM.
    Os canais mais comuns tem 51 frames (multiframes) incluindo:
    - BCCH (Broadcast Control Channel) - Broadcast contínuas no downlink, informações incluindo identidade de estação base, alocação de freqüência, e seqüências de freqüência-hopping.
    - FCCH (Frequency Correction Channel) e SCH (Synchronisation Channel) - Usado para sincronizar o módulo com a estrutura do slot de tempo da célula definindo o começo de um frame TDMA.
    - RACH (Random Access Channel) - Canal do slot Aloha usado pelo módulo para requerer acesso na rede.
    - PCH (Paging Channel) - Usado para alertar uma chamada para a estação móvel.
    - AGCH (Access Grant Channel) - usado para alocar um SDCCH (Stand-alone Dedicate Control Channels) para sinalizar (para obter um canal dedicado), seguindo um requerimento na RACH.
    O sistema celular TDMA (no modelo GSM) melhora a qualidade de transmissão, aumento do tempo de vida da bateria, e melhoram a eficiência do espectro. Isso inclui transmissão descontínua, freqüência-hopping e recepção descontinua quando monitora um canal de paginação. Outra ferramenta usada pelo GSM é controle de poder, o qual tenta minimizar o poder da transmissão de rádio dos módulos, e minimizar a interferência gerada nos co-canais.
    Serviços Providos:

    As redes GSM atuais são para transmissão de voz, mas oferecem melhor qualidade do sinal, maior segurança (com codificação e criptografia) e uso mais eficiente do espectro (resultando em maior capacidade das redes). Padrões governamentais para dados estão sendo desenvolvidos e os serviços poderão ser comercializados (na Europa) dentro de um ano. Então serão oferecidas taxas de transmissão de dados da ordem de 9,6 Kbps e conexões para as redes de dados públicas. Serão utilizados dois canais: Dm, para controle e implementação de serviços suplementares similares ao de uma ISDN, e o Bm, para trafegar os dados do usuário e voz digitalizada. As unidades GSM serão providas de uma interface ISDN tipo S ou interfaces CCITT série X ou V.
    O GSM foi projetado de modo a ser compatível com a RDSI (Rede Digital de Serviços Integrados). Assim, o GSM oferece uma série de funções de chamada, tais como: espera, desvio de chamada, chamada com restrição, etc., e uma variedade de serviços de dados até 9600 Kbps, onde não requer o uso de modems específicos.
    DCS 1800 é um tipo de serviço de telefonia celular digital móvel do tipo PCN-Personal Communications Network, operando na banda de 1,800 MHz, que utiliza o padrão DCS 1800 desenvolvido pelo ETSI como uma extensão ao GSM. Ambos possuem facilidades similares, sendo que PCN está disponível apenas para terminais de assinantes portáveis manuais.GSM também está disponível para terminais de maior potência instalada em carros.
    Aspectos da Rede:

    A transmissão rádio forma a mais baixa camada funcional no GSM. Em qualquer sistema de telecomunicação, isso é requerido para coordenar a distribuição de entidades funcionais na rede. A transferência de informação no GSM segue como as camadas do modelo OSI. No topo da camada física está a camada de enlace provendo transmissão entre camadas adjacentes, baseada no protocolo LAPS do ISDN para interfaces Um e Aabis, e o protocolo MTP (MessageTransfer Protocol) do SS7 para outras interfaces. A camada funcional (rede) acima da camada de enlace é responsável pelo RR (Radio Resorce Managent), MM (Mobility Management) e pela CM (Call Management).
    O RR é responsável pela ligação da estação móvel com a infra-estrutura da rede. Isso inclui o estabelecimento e alocação de canis de rádio nas interfaces Um, e o estabelecimento da interface A ligada com MSC.
    O MM assume a conexão RR, e é responsável pelo gerenciamento dos lugares (locais) e da segurança. Esse gerenciamento dos locais envolve o planejamento e procedimentos para atualizar os locais.
    O CM é subdividido em 3 partes: o CC (Call Control) que gerencia a chamada, tal como seu estabelecimento, etc, a outra subparte é o Supplementary Services, o qual gerencia a implementação de vários serviços e acessa e modifica o serviço, a outra parte é o Short Message Service o qual lida com mensagens curtas, do e para o assinante móvel.

    Este ano entra a TIM e a Telemar Celular, as ganhadoras das licenças das novas Bandas D e E de telefonias celular estarão operando com a rede GSM (Sistema celular 100% digital, baseado na tecnologia TDMA) com tecnologia GPRS (Protocolo que adiciona a comutação de pacotes em celulares da rede GSM).

    A GSM é utilizada em todos os países da Europa e oferece serviços 100% digital para a comunicação por canal de voz e, vitaminada com a infra-estrutura de comunicação de pacotes GPRS, o acesso à internet pode ser feito com velocidade de 115 Kbps. Na Europa está em funcionamento é de 60 Kbps porque as operadoras optaram por fazer a migração de sua infra-estrutura gradativamente. No Brasil, como a rede GSM já nasce com GPRS, para competir com a velocidade de 144 Kbps da CDMA 1X.

    Com certeza, o GSM tem suas vantagens, como o SIM Card (que permite a troca de aparelhos sem perder os dados do antigo). Mas a nova geração do CDMA tem pelo menos um grande diferencial: a conexão de 144 Kbps pode ser usada tanto no celular, como num laptop ou micro comuns. A possibilidade de acessar a Web em qualquer lugar finalmente oferece ao usuário a liberdade prometida pelo conceito de Internet móvel.

    O GSM transmite dados hoje a apenas 9,6 Kbps. Mas como foi um sistema desenvolvido por operadoras, oferece um leque variado de serviços, mas todos baseados em short message. Houve um esforço de sete anos para melhorar a transmissão de dados dentro do GSM, que resultou na criação do conceito GPRS, que nada mais é do que alguns canais GSM agrupados. Uma das primeiras empresas a oferecer serviços GPRS foi a Portugal Telecom.

     

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